Alexandre Penna — Cirurgia de Quadril
Dr. Alexandre Penna
Alexandre Penna Torini CRM 115.772/SP · Ortopedia e Traumatologia

A cirurgia de quadril mudou. A maioria dos pacientes ainda não sabe disso.

Existe uma forma de operar o quadril com mínimo dano muscular. O paciente caminha no mesmo dia. A recuperação leva semanas, não meses.

Quero saber como funciona

A maioria dos pacientes que me procuram passaram anos convivendo com a dor antes de marcar essa consulta.

Tentaram de tudo: anti-inflamatório, fisioterapia, infiltração. Ouviram, mais de uma vez, um "é da idade". Em algum momento, receberam uma indicação de cirurgia descrita em termos tão pesados que adiaram a decisão por mais alguns anos. E continuaram adiando.

O medo, em geral, não é da cirurgia em si. É de outras três coisas que poucos médicos param para nomear:

Medo de perder mobilidade.

De ficar parado, depender dos outros, virar peso para quem se ama.

Medo do pós-operatório.

A dor que ninguém prepara, a recuperação longa, os meses fora do trabalho, da viagem, da rotina.

Medo de perder autonomia.

Que é exatamente o que a dor já vem tirando, dia após dia, há tempo demais.

O que esse paciente quer, no fundo, é o oposto disso.

Não é só andar sem dor. É voltar a dirigir até a fazenda no fim de semana, viajar com a família, calçar o sapato sem precisar sentar, praticar esportes… Voltar a ser quem era antes de a dor entrar na conta de tudo. Ter a liberdade de não pensar no próprio corpo.

O acesso anterior direto funciona de outra forma.

Por décadas, a cirurgia de quadril carregou uma imagem pesada: corte grande, internação longa, fisioterapia extensa, meses fora da rotina. Foi por causa dessa imagem que muita gente adiou, por anos, uma decisão que poderia ter devolvido sua liberdade bem antes.

É um acesso ao quadril através de um plano inter-muscular, sem seccionar nenhum músculo.

Nos Estados Unidos, o acesso anterior direto já representa a grande maioria das cirurgias primárias de quadril. No Brasil, está apenas começando e estou entre os médicos que lideram essa mudança por aqui.

Na prática, isso significa:

Os músculos responsáveis pela marcha são preservados. Menos agressão ao corpo.

A maioria dos meus pacientes andam ainda no mesmo dia da cirurgia.

A dor pós-operatória é menor, pela própria natureza do acesso (mínima agressão aos tecidos moles).

Uso fluoroscopia durante a cirurgia, o que aumenta a precisão no posicionamento da prótese e reduz o risco de reabordagem ao longo da vida.

Dirigir, viajar, trabalhar e voltar à atividade física acontece em prazos muito menores que os da técnica tradicional.

Dr. Alexandre Penna Torini

Ortopedia e Traumatologia · Cirurgia de Quadril

CRM 115.772/SP RQE 53083
Dr. Alexandre Penna Torini

Médico especialista em Ortopedia e Traumatologia, com formação concentrada nas afecções do quadril do adulto e em traumas complexos.

Formação acadêmica robusta associada a dedicação e busca pela mais alta expertise e performance. Essa combinação não é por acaso, é o que me permite operar com segurança tanto o caso simples quanto o que chegou tarde demais para outras mãos.

Graduação — UNICAMP Residência — Santa Casa SP (AMB) Cirurgia de Quadril — Sírio-Libanês Via Anterior — Dr. Joel Matta · LA Oncologia Ortopédica — Santa Casa SP Mestrado em Ciências da Saúde VP AHF Internacional 2025–2026 Membro SBQ Faculty AO recon Membro ISHA

Endereço.

R. Barata Ribeiro, 176 — 8º andar
Bela Vista · São Paulo — SP · 01308-000

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Alexandre Penna CRM 115.772/SP · RQE 53083 · Ortopedia e Traumatologia